Genocídio Cultural

Mundo Codificado #35 mostra ocasiões em que conflitos armados atingem heranças culturais, revelando outros perigos de guerras civis

Luana Fortes
Espaço onde ficava uma estátua de Buda, no Vale Bamiyan, Afeganistão, destruída pelo Taleban em 2001 (Foto: Hiromi Yasui para o New York Times)

A depredação de edifícios e monumentos ameaça a herança cultural de diferentes comunidades, como vimos na Segunda Guerra Mundial e na Primavera Árabe. O genocídio cultural, ou suas inventivas, tornou-se uma preocupante arma em conflitos para além de ser apenas um dano colateral da guerra. Confira alguns exemplos:

Mesquita de Omeia, em Alepo, cidade que serve como campo de batalha na guerra civil da Síria (Foto: Reprodução)

 

Biblioteca Nacional do Iraque, em Bagdá, incendiada por saqueadores em 2003 (Foto: Biblioteca Nacional do Iraque)

 

Cidade histórica de Bosra, na Síria, danificada pela guerra civil (Foto: Reprodução)

 

Monumento na cidade de Nimrud, no Iraque, destruído pelo Estado Islâmico em 2001 (Foto: Reprodução)

 

Cidade de Apameia, na Síria, construída em 300 a.C., danificada pelo grupo terrorista Estado Islâmico (Foto: Reprodução)

 

Destroços do Templo de Bel em Palmira, na Síria, cidade histórica disputada entre militares sírios e o Estado Islâmico desde 2015 (Foto: Bryan Denton para o New York Times)

 

Interior do Museu de Mossul, no Iraque, depredado e saqueado pelo Estado Islâmico em 2015 (Foto: Khalid Mohammed)

Artigo anterior:
Próximo artigo:

Nota de esclarecimento A Três Comércio de Publicações Ltda. (EDITORA TRÊS) vem informar aos seus consumidores que não realiza cobranças por telefone e que também não oferece cancelamento do contrato de assinatura de revistas mediante o pagamento de qualquer valor. Tampouco autoriza terceiros a fazê-lo. A Editora Três é vítima e não se responsabiliza por tais mensagens e cobranças, informando aos seus clientes que todas as medidas cabíveis foram tomadas, inclusive criminais, para apuração das responsabilidades.