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Dicas da semana (5/5) selecionadas pela redação

Ana Abril e Luana Fortes
Vista da mostra Arranjos, no SAO Espaço de Arte (Fotos: Divulgação)
Vista da mostra Arranjos, no SAO Espaço de Arte (Fotos: Divulgação)

SÃO PAULO
A ARTE NO COTIDIANO
Arranjos, 6/5 até 13/5, SAO Espaço de Arte, Rua Mourato Coelho, 787 | www.facebook.com/saoespacodearte/
O espaço doméstico é objeto de estudo no projeto Arranjos, desenvolvido pelos artistas Mano Penalva, Sergio Pinzón e Yuli Yamagata. Por meio da observação de objetos, imagens ou materiais que transitam entre a cultura popular e a arte, os três artistas rastrearam a arte no cotidiano. Da pesquisa, surgiu a exposição no SAO Espaço de Arte, que é um olhar sobre o espaço da casa e a experiência íntima, lugares desqualificados intelectualmente. A mostra é uma continuação de uma investigação realizada em 2016, dessa vez partindo da paisagem.

Fotograma do filme Macunaíma volta a São Paulo

Fotograma do filme Macunaíma Volta a São Paulo

SÃO PAULO
CONEXÃO BRASIL-POLÔNIA
Traços de Gente, 9/5, Instituto Tomie Ohtake, Av. Brigadeiro Faria Lima, 201 | www.institutotomieohtake.org.br
O projeto Traços de Gente, no qual o fotógrafo brasileiro Cristiano Mascaro e o artista visual polonês Sleawomir Rumiak viajaram um ao país do outro para olhá-lo sob uma perspectiva estrangeira, chega ao seu fim. O resultado da experiência artística é mostrado em 9/5 com a projeção do filme Macunaíma Volta a São Paulo, de Sleawomir Rumiak e o lançamento do livro Traços, realizado por Mascaro, Rumiak e pelo curador Stephan Stroux. Os três conversarão com o público, sob mediação de Paula Signorelli. 

Exposição Diagrama Contracondutas

Exposição Diagrama Contracondutas

SÃO PAULO
SOBRE A ESCRAVIDÃO
Diagramas Contracondutas, até 13/5, Escola da Cidade, Rua General Jardim, 65 | http://www.ct-escoladacidade.org/contracondutas/
Como resultado de um ano de pesquisa do projeto Contracondutas, a exposição coletiva Diagrama Contracondutas promove discussões a respeito do trabalho análogo à escravidão. Entre os artistas apresentados está Vânia Medeiros, Raquel Gaberlotti, o Coletivo 308, o Coletivo Metade e o Núcleo de Estudos das Espacialidades Contemporâneas do Instituto de Arquitetura de Urbanismo da USP. A mostra também conta com uma pequena biblioteca com livros e pesquisas acadêmicas sobre o tema. Após seu encerramento na cidade de São Paulo, deve também passar por Guarulhos e Liverpool, na Grã-Bretanha.

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Casa Vila Matilde vencedora da última edição do Prêmio de Arquitectura (Foto: Pedro Kok)

BRASIL
INSCRIÇÕES PRORROGADAS
Inscrições Prêmio de Arquitetura Instituto Tomie Ohtake AkzoNobel, até 14/5 | www.institutotomieohtake.org.br
Para contribuir com o cenário contemporâneo da arquitetura brasileira, o Prêmio de Arquitetura Instituto Tomie Ohtake AkzoNobel seleciona dez projetos para serem exibidos na instituição e premia três proponentes com viagens internacionais. Tanto arquitetos autônomos, quanto escritórios e coletivos da área podem se inscrever, desde que sejam brasileiros ou resistentes do Brasil há pelo menos dois anos, com até 45 anos, e com projetos construídos nos últimos dez anos. As inscrições podem ser realizadas pelo site e foram prorrogadas até o dia 14 de maio.

Fotografia de Cristiano Mascaro, do livro Portugal que participa da feira

Fotografia de Cristiano Mascaro, do livro Portugal que participa da feira

SÃO PAULO
FEIRA NO MIS
Foto Feira Cavalete, 25/5 e 26/5, MIS, Av. Europa, 158 | http://www.mis-sp.org.br/
Como parte da tradicional mostra Maio Fotografia no MIS, que ocorre anualmente no museu, o Foto Feira Cavalete exibe e vende o trabalho de cerca de 150 autores que usam a fotografia como linguagem, com preços que variam de R$50 a R$5 mil. O evento é organizado pela DOC Galeria, também idealizadora do projeto, é gratuito e acontece na área externa do MIS. No sábado, o horário de funcionamento é das 12h às 21h e no domingo das 11h às 20h.

Teresinha Soares - Xifópagas uterinas

Xifópagas Uterinas, de Teresinha Soares

SÃO PAULO
FEMINISMO SEM MEDO
Quem Tem Medo de Teresinha Soares?, até 6/8, Masp, Avenida Paulista, 1578 | masp.art.br
Aos 90 anos, a artista mineira Teresinha Soares ganha sua primeira grande individual em um museu. Pioneira na luta feminista por meio da arte, Soares expõe mais de 50 trabalhos, produzidos entre os anos 1960 e 1970. A exposição aborda libertação sexual feminina, prostituição, maternidade e violência contra a mulher. A representação do corpo feminino também é recorrente nas obras apresentadas na exposição, que tem curadoria de Rodrigo Moura e Camila Bechelany. A mostra integra a programação especial do Masp dedicada ao tema da sexualidade.