Fazer concreto

Conferência na City University of New York debate concretismo brasileiro e aquece discussão para mostra Form and Feeling: The Making of Concretism

Publicado em: 26/01/2016

Categoria: Agenda, Da Hora, Debates

Detalhe de obra Sem Título, de Abraham Palatnik, 1966. Coleção do artista (Foto: Vicente de Mello)

No próximo dia 8 de fevereiro, a City University of New York recebe Form and Feeling: The Making of Concretism (Forma e Sentimento: O Fazer do Concretismo, em tradução livre), conferência que é resultado de um projeto de pesquisa realizado pelo brasileiro Antonio Sergio Bessa, Diretor dos Programas de Curadoria e Educação do Bronx Museu, em colaboração com Julieta Gonzalez, Curadora Chefe da Fundación Jumex, na Cidade do México.

A iniciativa irá reunir estudos que se engajam criticamente na discussão do legado da arte concreta e da genealogia da arte experimental no Brasil dos anos 1960 e 1970. No futuro, as investigações apresentadas na conferência irão contribuir para a exposição Form and Feeling: The Making of Concretism, programada para o primeiro semestre de 2018

A premissa tanto da conferência quanto da exposição parte de um workshop muito importante porém pouco estudado ocorrido durante o final dos anos 1940 nos arredores do Rio de Janeiro. Na ocasião, os artistas Almir Mavignier, Ivan Serpa e Abraham Palatnik se relacionaram com pacientes mentais através das artes visuais, sob a orientação da Dra. Nise da Silveira e do crítico Mario Pedrosa. A partir desse estudo, Form e Felling explora práticas sensoriais e participativas, baseadas em experiências, desenvolvidas nos anos 1950 por concretistas brasileiros.

A programação completa da conferência e todos os seus participantes está disponível no site do museu norte-americano.

 

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