Aglomeração Antonio Henrique Amaral atravessa o tempo e joga luz sobre as urgências do presente

Exposição-processo no Instituto Tomie Ohtake retoma obras de Antonio Henrique Amaral e permite compreender sentimentos contemporâneos

Laura Rago

Publicado em: 17/11/2020

Categoria: Crítica, Destaque, Review

Estudo (1957), de Antonio Henrique Amaral (Foto: Ricardo Miyada)

O presente nos tem trazido ecos do passado. Ressurgem sombras de um tempo que  imaginávamos já distante. As cicatrizes deixadas pelos 20 anos de regime ditatorial (1964-1985), inscritas na memória da sociedade brasileira, somam-se à crise sanitária e humana de proporções mundiais posta pela pandemia de Covid-19. 

Nesse cenário de incertezas, a ameaça constante à democracia nos obriga a lembrar o período mais duro do ditadura militar, que se deu sob o AI-5 –– (o Ato Institucional n° 5), quando ao presidente foram conferidos poderes quase ilimitados: cassar políticos, fechar o Congresso, suspender habeas corpus, impor censura prévia à imprensa, aposentar compulsoriamente professores universitários, prender dissidentes. 

Com o acirramento da repressão política, restava aos artistas a tarefa de reagir e, ainda que no plano simbólico, dar voz a uma sociedade oprimida. Foi assim que muitos deles

“voltaram a opinar”, como dizia Ferreira Gullar (1930-2016), assumindo uma postura crítica ante a situação brasileira. “[Era uma] época tumultuada, período candente da história política do regime militar que vivíamos. As circunstâncias sensibilizavam particularmente o meio artístico e cultural, no teatro, na música ou nas artes plásticas. Reagia-se de forma criativa e com vivacidade. São inúmeras as obras que surgiram nessas frentes, de vários artistas, denunciando e expressando –– em forma expositiva ou não –– a realidade em que se vivia ou a que se assistia”, nas palavras da crítica de arte e pesquisadora Aracy Amaral, que nos concedeu depoimento.

É preciso lembrar para não esquecer
É condição inerente à arte testemunhar seu momento e, nesse sentido, toda a obra é documental, pois nos orienta na construção de um entendimento de sua época. Se é verdade que um país sem memória está destinado a repetir o seu passado, urge que a nossa história recente seja aos mais jovens contada e aos mais velhos rememorada – e nada melhor que fazer isso pelo caminho do sensível, aquele que, enfim, nos une enquanto humanidade.

Pela percepção dos nexos e elos profundos entre arte e política, construímos um olhar lúcido sobre nossas ações e rumos. Sempre se pode revisitar o passado artístico como quem abre um arquivo guardado para ressignificá-lo à luz do momento presente. É nesse espírito que a obra de Antonio Henrique Amaral (1935-2015) ocupa o espaço do Instituto Tomie Ohtake.

A exposição Aglomeração Antonio Henrique Amaral remete à produção gráfica do artista no período de 1960-70, quando, com seus generais monstruosos e suas imensas bocas, foi um dos primeiros a criticar a ditadura militar.

Idealizada por Paulo Miyada, a mostra, de caráter documental e artístico, surgiu de um sentimento de inquietação do curador e do Instituto Tomie Ohtake ante a crise desencadeada pela Covid-19 e as questões sociopolíticas do país. 

Forjada no início do período de distanciamento social –– momento em que as medidas restritivas para combater o coronavírus entravam em vigor em São Paulo e desafiavam a criatividade de artistas, curadores e agentes culturais –– a exposição tem sido realizada desde junho nos canais virtuais do Instituto Tomie Ohtake. No começo, foram posts semanais, que alcançaram quase 230 mil seguidores.

A aventura de criar espaços do zero, com pautas urgentes, estava na ordem do dia. O ambiente digital, que já era tendência no mundo das artes, foi a solução encontrada por agentes culturais e pelo campo artístico para driblar os efeitos do isolamento e distanciamento social. A exposição é resultado desse processo e contribui para o entendimento das contradições e sentimentos vivenciados.

Sintomas do presente
É tarefa da arte, com sua capacidade intrínseca de registrar e captar a sensibilidade de seu tempo, provocar o posicionamento diante da realidade, despertar pela via sensível a percepção tantas vezes encoberta pelo senso comum, ideologicamente construído. 

Aglomeração nasceu da percepção do curador de que “há um inquietante repertório de imagens feitas por Antonio Henrique Amaral que nos ajudam a estar em contato com o indizível, com a repugnância, com o visceral e com o grotesco –– aspectos fundamentais da vida cotidiana, hoje saturada de ameaças trazidas por monstros visíveis e invisíveis”.

Em parceria com o Instituto Antonio Henrique Amaral, dirigido por Mariana Amaral, a retrospectiva traça um recorte importante da vasta carreira do artista. “Com a criação do Instituto pretendemos proporcionar, por meio da pesquisa, catalogação e conservação, o reencontro da obra completa de Antonio Henrique Amaral e do percurso de sua vida, com os públicos do Brasil e do mundo. É pela manutenção e difusão da memória da trajetória de vida tão relevante no contexto artístico que o instituto tem a função de zelar, realizando procedimentos de preservação tanto das obras quanto do vasto material de documentação deixado pelo artista, que contém cadernos, diários, agendas, correspondências, livros, fotografias e cromos”, comenta Mariana. 

Num momento de reabertura de espaços culturais, é dever das instituições de arte, centros culturais e museus posicionar-se sobre a realidade atual e indicar caminhos para uma reflexão sobre o presente. Nesse sentido, é bastante oportuna a mostra, uma vez que oferece ao público a oportunidade de resgatar a memória de um país que tantas vezes se tem manifestado rasa e efêmera.

Mesmo sendo uma amostra sequencial e enxuta da produção de Amaral, a exposição promove uma experiência efetiva com os conteúdos apurados e suas relações contextualizadas. Realçam-se, assim, as qualidades formais e intelectuais do trabalho do artista. 

Vale ressaltar a generosidade da curadoria, que convidou artistas contemporâneos a reagir à produção de Amaral, cada qual com sua linguagem. Nessa proposta, presente e passado se encontram e se realimentam: Ana Elisa Egreja, Antonio Obá, Deyson Gilbert, Flora Rebollo, Igi Lola Ayedun, Julia Debasse, Luiz Queiroz e Raquel Nava produziram obras baseadas em um banco de imagens criado por Miyada. 

Reproduzidas num fluxo temporal, as obras asseguram o contínuo do pensamento de Antonio Henrique, proporcionando à nova geração reatar vínculos e reconstruir pontes. 

É importante lembrar que, em certa medida, a mostra é parte também da pesquisa que o curador e o Instituto Tomie Ohtake vem desenvolvendo desde a mostra Osso, uma exposição-apelo pelo direito de defesa de Rafael Braga (preso em protestos de 2013). Em resposta aos 50 anos do Ato Institucional nº 5, na exposição AI-5: Ainda não terminou de acabar, Paulo Miyada buscou discutir os custos da retirada de direitos democráticos para o imaginário cultural do país.

Necessidade de conscientização
No rol de singularidades de uma geração de artistas, encontramos Antonio Henrique Amaral. Homem de seu tempo e consciente do seu fazer, destacou-se na construção de um imaginário brasileiro representado por temas-símbolo com paleta exuberante e preocupações universais. Trabalhos contaminados por afetos e emoções, tocados por fatos cotidianos e grandes acontecimentos, demonstram em si a habilidade patente do autor na escolha de suas batalhas e seu sentimento visceral transportado para a produção. 

Mais divulgado por sua famosa série das “bananas”, criada entre 1968 e 1975, Antonio Henrique construiu uma trajetória artística complexa e abrangente, marcada pelos campos objetivo e subjetivo de sua experiência, que tem início nos anos 50, com desenhos e gravuras. 

Certa vez, em entrevista, o artista comentou que o desenho foi a primeira manifestação expressiva de sua carreira. No aspecto formal, achava o desenho uma “entidade”, capaz de expressar o pensamento visual. A mostra deixa claro que desenhar foi uma prática perene, presente nas suas quase seis décadas de produção artística. 

Ocupando uma das salas do Instituto Tomie Ohtake, Aglomeração Antonio Henrique Amaral reúne pinturas, gravuras, desenhos em nanquim, desenhos em cor e em preto e branco, esboços, cadernos de esboços, artigos, fotos, materiais impressos, cartas e anotações. A organização do material permite contextualização e a compreensão do conjunto dos trabalhos do artista, bem como do constante diálogo entre eles. 

A trajetória de Amaral é apresentada de modo a revelar a sua evolução, os vários níveis de seu trabalho e os desdobramentos de seu processo criativo num momento intenso da arte brasileira.  

Estudo (1957), de Antonio Henrique Amaral (Foto: Ricardo Miyada)

Na gravura, técnica à qual se dedicou por uma década, Amaral começa pelo linóleo. Figuras de acentuado contraste claro-escuro são submetidas a cortes radicais com efeito nas massas e nas linhas. A linogravuras em exibição trazem elementos e criaturas imaginárias e a complexa relação de figura e fundo própria do artista. 

Depois migra para as xilogravuras, nas quais se revela um universo de formas orgânicas, humanas e de animais, com fragmentos de corpos e recortes agressivos. Antonio Henrique apurou seu conhecimento técnico com Lívio Abramo, no curso de gravura da escola de artesanato do Museu de Arte Moderna de São Paulo, e (depois) com Shiko Munakata, em Nova York, onde estudou no Pratt Graphic Art Center. 

A mostra retoma a publicação do álbum O meu e o seu (1967), com apresentação e texto de Ferreira Gullar. Trata-se de xilogravuras em cores, que, manipuladas com clara intenção política, testemunham a preocupação do artista com as discussões que se travavam no país. Nessa fase discursiva, dois temas estão em relevo: bocas e generais. 

Com forte influência da iconografia de cordel, algumas das gravuras combinam textos e imagens que denunciam a repressão e o controle dos meios de comunicação pelo regime militar. “O artista decide falar, opinar, pôr a boca no mundo, gritar em nossos ouvidos que ‘o mundo em que vivemos’ não vai bem e por isso ‘precisamos fazer algo'”, apontou, certa vez, o crítico Frederico Morais sobre essa produção. Ao mesmo tempo, segundo o próprio Antonio Henrique, “gravava com a intenção de me fazer entender”. 

Em seu tempo, a liberdade de expressão, violentamente suprimida pelo regime, foi, em si, objeto da representação artística. Hoje, em um momento caracterizado pela intensificação do discurso do ódio e pela legitimação da mentira, na forma de “fake news”, o tema da livre expressão assume novos contornos e nos leva a reler a obra de Amaral, que extrapola, em sua potencialidade, o contexto de sua criação. “Hoje vivenciamos época silenciosa pela maioria da população em relação a restrições à liberdade de expressão”, comenta Aracy Amaral. 

  • Realidades, culpas? do álbum O meu e o seu (1967), de Antonio Henrique Amaral (Foto: Ricardo Miyada)
  • Sem saída do álbum O meu e o seu (1967), de Antonio Henrique Amaral (Foto: Ricardo Miyada)

Artista latino-americano
Antonio Henrique, num esforço constante de diálogo com os grandes temas de seu tempo, dava respostas às suas inquietações existenciais e às questões que envolviam as coletividades que habitam a América Latina, afetadas pelos interesses imperialistas. Com conteúdo vibrante, suas obras trazem imagens inspiradas na realidade, traduzindo também seus sentimentos em telas. 

Para Miguel Chaia, professor do Programa de Estudos Pós-Graduados em Ciências Sociais da PUC-SP e pesquisador do Núcleo de Estudos em Arte, Mídia e Política, “o trabalho em arte de Antonio Henrique Amaral é perpassado por uma intensa carga política, se construindo num largo espectro que vai das tensões entre subjetividades até os confrontos internacionais, passando pelo abuso do poder. Suas gravuras e pinturas expõem a crueza tanto da dificuldade do diálogo quanto a violência do poder político sobre o corpo humano. E, também, atravessando fronteiras regionais, Amaral discute a espinhosa e estraçalhada realidade do Mundo Novo latino-americano e as pressões imperialistas que impedem a sua autodeterminação. Com imagens como bocas, bananas, cordas, espinhos, garfos e facas –– e, inclusive, o coração, Amaral adensa o fluxo da consciência crítica no Brasil –– isso tudo, mais a qualidade estética da sua obra garantem a necessidade de revisitar constantemente a sua obra já consagrada na história da arte brasileira”.

A mostra, concebida num momento político singular no Brasil, cumpre a essencial função de recuperar a memória recente do país, particularmente o período de repressão imposto pelo regime militar a toda a sociedade. Somente a consciência política permite um posicionamento e uma ação efetiva frente às novas (e às velhas) formas de repressão. 

Pelas obras de arte é possível conhecer não só a história, presente no repertório temático do artista, como sua influência decisiva no universo simbólico e na linguagem artística, que se erigem como forma particular de representar a percepção coletiva e dispersa de uma época. Nos anos de 1968, Amaral deu início à série das bananas. O elemento tropical, símbolo de uma economia agrária e subdesenvolvida, ganha protagonismo na produção do artista, mas como alegoria dos tempos da repressão no Brasil. 

Com domínio pictórico impecável, o artista fixa-se na fruta-símbolo que será explorada em duas fases: primeiro na série “Brasiliana” (1968-1973) e, em seguida, em “Campos de Batalha”, iniciada em 1973. Está última desenvolveu-se, em sua maior parte, nos Estados Unidos, para onde o artista seguiu quando recebeu o prêmio nacional de viagem ao exterior, a ele concedido no Salão de Arte Moderna no ano anterior.

A persistência da iconografia da banana foi para o artista um meio de manter sua identidade em uma terra estrangeira. Ele próprio a atribuirá à “funda e insubstituível necessidade de não se perder, de não se confundir, de preservar um senso de identidade ante a confusão geral”.

Em Aglomeração, a mensagem é direta: as bananas aparecem como metáfora do comportamento existencial, político e humano. Elas já ultrapassaram a fase na qual aparecem verdes, saudáveis e abundantes, projetando no imaginário a natureza exuberante do país. Lá elas estão enforcadas, cortadas, amarradas, dilaceradas, decepadas. Resta-lhes pouco, vemos as suas entranhas. 

“Elas eram alegorias de um país que habitava a periferia do capitalismo e exportava tanto suas commodities naturais quanto seu exotismo simbólico. Além disso, eram dublês de gestos de violência arbitrária do estado, substituindo imageticamente os corpos de jovens torturados e executados pelo governo brasileiro”, na síntese feita por Paulo Miyada. 

A exposição ressalta também a correspondência entre Ferreira Gullar e Amaral, em que, para além dos laços de amizade entre eles, está evidenciada a sua preocupação política e  social, no âmbito nacional e internacional.

Esboços das bananas aparecem ao lado das fotografias, aproveitadas para dar realismo e precisão às imagens pintadas. Amaral se vale dessa técnica como metodologia de trabalho, não como linguagem. 

Merecem especial atenção os esboços em grafite, de 1973, que são quase premonitórios ao que aconteceria dois anos depois com a morte de Vladimir Herzog (1937-1975), assassinado pela ditadura militar. Neles já se veem pistas do que viria a ser a série “A Morte no Sábado” (1975-1976), na qual as pinturas trágicas homenageiam o jornalista, marcando também a volta de Amaral depois de sua permanência de quase três anos nos Estados Unidos. 

Jogos de Cena
É, finalmente, necessário ressaltar a importância que teve o teatro na obra de Antonio Henrique. Nos anos 60, era essa a expressão mais bem-sucedida do meio intelectual e artístico, desempenhando papel fundamental na busca de criar uma estética de resistência, comprometida em destacar elementos da cultura de massa ou popular. 

Essas concepções, que arrimam um forte compromisso com a realidade social, foram assumidas também por Amaral. O próprio artista sugere a hipótese de que a ideia de pintar as bananas tenha surgido quando assistiu à peça O Rei da Vela, de Oswald de Andrade, dirigida por José Celso Martinez Corrêa. 

Casa de Macunaíma VII (1977), de Antonio Henrique Amaral (Foto: Ricardo Miyada)

Na série “A Casa de Macunaíma” (1976), a figura do anti-herói brasileiro e do inconsciente social, que nasce com preguiça na floresta amazônica, surge nas pinturas de Amaral, considerada aqui como reflexão sobre cultura e identidade nacional. Um novo momento surge quando Amaral propõe uma metamorfose simbólica de elementos como a floresta, o espinho, a mata fechada. É interessante saber que, depois de assistir à versão teatral de Macunaíma – o herói sem nenhum caráter, de Antunes Filho, em Nova York, em 1979, Antonio Henrique escreveu um texto intitulado “Macunaíma morreu, minha gente”, em que refletia sobre o sentido da obra de Mário de Andrade em todo o seu alcance. 

Orabolas (2020), de Antonio Obá (Foto: ricardo Miyada)

O dispositivo teatral se nota também no estudo para a pintura “Sob a Luz do Cruzeiro do Sul”, obra em exibição que inspirou trabalhos de artistas contemporâneos, como Antonio Obá e Julia Debasse, convidados a criar uma interlocução com a produção exposta de Antonio Henrique Amaral.  

Cruzamento (2020), de Julia Debasse (Foto: Ricardo Miyada)

No final dos anos 70, mudam os temas e a maneira de tratá-los. Vemos em uma série de quadros que sugerem continuidade no espaço. A prevalência do conteúdo dá lugar às explosões compostas de figuras geométricas. 

Figura/ Fundo (1978), de Antonio Henrique Amaral (Foto: Ricardo Miyada)

Se a trama da vida é um “complexo dos complexos”, o ser social, em sua vivência efetiva, é um ser plural, relacional, feito de formas variadas em constante mutação. A arte, como gênesis da práxis humana, atua essencialmente na conscientização acerca dos conflitos e nos destinos histórico-sociais que brotam da realidade. É preciso saber fazer dela uma ferramenta de reflexão de fato, sem distorções, sobre o momento presente. 

Expansão (1977), de Antonio Henrique Amaral (Foto: Ricardo Miyada)

Cabe aos artistas e ao sistema da arte oferecer respostas que estejam à altura dos questionamentos impostos por um presente conturbado em todas as partes do mundo. A arte é convite à reflexão. 

Contra o patriotismo, no que este tem de sectário, Amaral foi um artista de essência latino-americana, que soube reconhecer a identidade entre povos irmanados nas feridas abertas pela política da boa vizinhança dos EUA. Em face ao imperdoável esquecimento de nossa memória artística, há que sempre repor o trabalho de Antonio Henrique Amaral nas nossas vidas, porque ele é a memória da América Latina.  

Laura Rago é curadora e jornalista graduada em história e pós-graduada em Jornalismo Cultural e em Arte: Crítica e Curadoria. Trabalhou na Folha de S.Paulo como repórter de arte e música erudita, e foi editora-assistente na revista Bamboo. Colaborou para revistas como Vogue, Harper’s Bazaar e títulos da editora Abril. Desde 2015, representa o artista plástico argentino Tec e trabalha como curadora de projetos especiais na galeria Choque Cultural. Tem uma coluna mensal na plataforma de arte contemporânea Bigorna. 

Fontes citadas
* Carta de Antonio Henrique a Vilém Flusser. In: Antonio Henrique Amaral. Catálogo. São Paulo: Pinacoteca do Estado, 2013.
* Morais, Frederico. In: Antonio Henrique Amaral: obra em processo. São Paulo: DBA, 1997.
* Amaral, Antonio Henrique. In: Antonio Henrique Amaral. Catálogo. São Paulo: Pinacoteca do Estado, 2013.

Serviço
Aglomeração Antonio Henrique Amaral
Instituto Tomie Ohtake | Av. Brigadeiro Faria Lima, 201, Pinheiros, São Paulo – SP CEP 05426-100
Entrada pela Rua Coropés, 88.

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