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A MADE, feira de design autoral, termina sua 5ª edição com muito a celebrar

Da redação
Vista geral da MADE, no Pavilhão da Bienal (Fotos: Massimo Failutti)

O encerramento da 5ª edição da MADE – Mercado.Arte.Design foi marcado por conquistas. A mudança de espaço, do Jockey Club de São Paulo para o Pavilhão da Bienal, já de cara prestigiou a feira com a importância do edifício, projetado por Oscar Niemeyer e muito utilizado para eventos culturais. Mas, além disso, o evento idealizado por Waldick Jatobá também apresentou números impressionantes. Este ano, mais de 100 expositores participaram – o dobro em relação a 2016 – e mais de 1500 produtos foram expostos, atraindo 10 mil visitantes.

Também a programação paralela organizada pela feira enriqueceu sua proposta. “Além de apresentar as recentes produções do design high-end e incentivar os negócios, esta edição da MADE foi um passo além com o compromisso do evento em disseminar a educação e a cultura no setor, por intermédio de uma rica programação e conteúdos sobre design (…)”, reflete Jatobá.

Participantes da MADE

O evento apresentou palestras com importantes figuras, nacionais e internacionais, assim como sessões de filmes relacionados ao tema. Em 10 e 13/8, por exemplo, foi exibido o documentário Irmãos Campana por Fernando e Humberto, seguido de conversa com Gabriela Bernd, diretora do filme.

Outro destaque da edição foi o Prêmio Bradesco Private Bank MADE de Design & Arte, que contemplou produtos em quatro categorias. A Galeria Nicoli venceu em Galerias, oEbanista em Coletivos 10m, F.Studio em Coletivos 5m e o Studio Thiagos Bicas em Hand MADE. Este último destaca o novo espaço da feira dedicado à produção autoral feita à mão. O troféu entregue aos ganhadores foi desenvolvido pelo coletivo holandês DROOG, homenageado de 2016. O designer de 2017, por sua vez, foi o sul-coreano Kwangho Lee.

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