Daiara Tukano na 34ª Bienal de São Paulo

Presença de artistas indígenas é uma das frentes da edição Faz Escuro Mas Eu Canto. Tukano participa de Fogo Cruzado na quarta, 5

Da redação

Publicado em: 03/05/2021

Categoria: Da Hora, Destaque

Daiara Tukano (Foto: DIvulgação)

Daiara Tukano (São Paulo, 1982) é a mais nova participante da 34ª Bienal de São Paulo – Faz Escuro Mas Eu Canto. A artista é pertencente ao clã Uremiri Hãusiro Parameri do povo Yepá Mahsã, mais conhecido como Tukano.

Trabalhando com pintura sobre tela e sobre paredes de espaços expositivos, Daiara já apresentou sua obra no programa de exposições do Centro Cultural São Paulo e na coletiva Véxoa: Nós Sabemos, na Pinacoteca do Estado de São Paulo. Na Bienal (prevista para ocorrer entre 4/9 e 5/2021), ela apresentará uma instalação inédita composta por pinturas comissionadas pela instituição. O trabalho foi batizado de Festa no Céu.

  • Gerações, 2018, de Daiara Tukano (Foto: Cortesia da artista)
  • Ñokõá tero po'ero [Enchente do colar de pedra, Constelação das plêiades], 2018, de Daiara Tukano (Foto: Cortesia da artista)
  • Registro de Morî' erenkato eseru' – Cantos para a vida, ativação realizada por Daiara Tukano e Jaider Esbell na exposição Véxoa: nós sabemos, em novembro de 2020 na Pinacoteca do Estado de São Paulo (Foto: Cortesia da artista/ Pinacoteca do Estado de São Paulo)

Na quarta-feira 5/5, Tukano participa do Fogo Cruzado, programa de entrevistas ao vivo da seLecT, junto à antropóloga Paula Berbert e Paulo Miyada, curador adjunto desta edição da Bienal. Os três foram convidados para responder à pergunta “Como expor arte indígena?”, já discutida em debate prévio com a curadora Fernanda Pitta, o artista Jaider Esbell e o antropólogo Pedro Cesarino. A mediação é de Leandro Muniz, que assina reportagem sobre o tema na edição #50 da revista sobre as Cosmovisões indígenas.

Sob o tema Faz Escuro Mas Eu Canto, com curadoria geral de Jacopo Crivelli Visconti, esta edição da Bienal já apresentou outros artistas e produções indígenas, como Jaider Esbell (portfólio na edição #50 da seLecT) e os cantos dos povos Tikmũ’ũn, demonstrando como esta questão atravessa o projeto desde suas primeiras apresentações.

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