Debate Decreto-Confusão: o retorno

Redação

Publicado em: 28/02/2014

Categoria: Especial Estatuto de Museus, Mercado de Arte

Está no ar os registros do debate realizado pela seLecT sobre o polêmico decreto que regulamenta o estatuto de museus

No dia 17 de Fevereiro aconteceu no auditório do MAM o debate DECRETO-CONFUSÃO: O Impacto do Estatuto dos Museus no Colecionismo Privado.

Em princípio, a ordem deveria apenas regulamentar o estatuto mas, como foi levantado em vários momentos do debate, acabou extrapolando as próprias funções originais da lei.

Como não poderia deixar de ser, realizamos um registro audiovisual do evento. Se por vários motivos você não conseguiu participar, saiba exatamente como foi tudo assistindo à série de vídeos abaixo.

Na primeira parte, a mediadora Márion Strecker apresenta os debatedores: o advogado Roberto Dias, o colecionador João Carlos de Figueiredo Ferraz, a presidente da presidente da Associação Brasileira de Arte Contemporânea, Eliana Finkelstein e, claro, Angelo Oswaldo de Araújo Santos, presidente do Instituto Brasileiro de Museus.

Na parte dois, três e quatro é o debate propriamente dito. Assuntos variados e quentes vieram à tona: diferenças entre bem tombado e declaração de interesse público, o temor da artista Jac Leirner em emprestar suas obras à exposições, a hipótese de confisco de obras, etc.

A quinta e última parte registra as perguntas do público. Questões muito importantes foram levantadas, como as do arquiteto Lúcio Gomes Machado. Ele comentou sobre lavagem de dinheiro, o acervo de Edemar Cid Ferreira e o que poderia haver de política cultural embutida no decreto — equivocada ou não.

Não deixe de acompanhar no especial Estatuto de Museus o acréscimo de novos conteúdos.

Artigo anterior:
Próximo artigo:

Nota de esclarecimento A Três Comércio de Publicações Ltda. (EDITORA TRÊS) vem informar aos seus consumidores que não realiza cobranças por telefone e que também não oferece cancelamento do contrato de assinatura de revistas mediante o pagamento de qualquer valor. Tampouco autoriza terceiros a fazê-lo. A Editora Três é vítima e não se responsabiliza por tais mensagens e cobranças, informando aos seus clientes que todas as medidas cabíveis foram tomadas, inclusive criminais, para apuração das responsabilidades.