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Filmes brasileiros marcam presença na Berlinale e nos César, embora não estejam no Oscar

Ana Abril
Filmagem do longa-metragem Como Nossos Pais, de Lais Bondanzky (Foto: Produção de Como Nossos Pais)

Após ser duramente criticado pela falta de diversidade racial e de gênero em 2016, o Oscar desse ano se apresenta como um dos mais plurais de sua história. A má notícia, porém, é a ausência de um representante brasileiro na mais popular premiação do cinema estadunidense. Apesar disso, o cinema nacional tem muito à comemorar em 2017. Isso porque os produtos audiovisuais tupiniquins estão fazendo sucesso em mostras de cinema internacionais de cunho mais independente, mas, não por isso, menos importantes.

Exemplo disso é o anúncio da Academia de Artes Técnicas de Cinema, em Paris, que escolheu Aquarius, de Kleber Mendonça Filho, como um dos candidatos ao César de melhor filme estrangeiro. Os prêmios César são os mais importantes do consagrado cinema francês e o anuncio dos vencedores acontece em 24/2.

Também em 25/1 (quarta-feira) a Berlinale (Berlin Internacional Film Festival) revelou a seleção de dois filmes brasileiros para a 67ª edição dos prêmios. O último trabalho de Laís Bodansky, Como Nossos Pais, e o curta-metragem de animação Vênus-Filó A Fadinha Lésbica, de Sávio Leite, serão exibidos na Mostra Panorama. Dessa forma, os dois títulos se unem a outras 12 produções brasileiras que também participam ou são apresentadas na premiação alemã. Pendular, de Julia Murat, e o documentário No Intenso Agora, de João Moreira Salles, fazem parte da seção Panorama Documente, por exemplo. Esse ano, a Berlinale, que começa em 9/2, conta com o cineasta e roteirista holandês Paul Verhoeven como presidente do júri. Boa sorte aos nominados!

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