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Durante pandemia, artistas vendem obras para ajudar ONGs e entidades dedicadas ao auxílio de populações vulnerabilizadas

Da redação

Publicado em: 08/05/2020

Categoria: Da Hora, Destaque

Detalhe de eu não sei desenhar, mentira todo mundo sabe, tudo é desenho, tudo é nada, nada é tudo, truque, rascunho, caderninho de anotações ao lado do telefone, song to the siren, we are the world, kkkkk, hahahahaha, ahahahaha, jajajajaja, mdr, xaxaxaxaxa, wwwww, wkwkwkwkwk, 55555 (2020), de Bruno Mendonça (Foto: Reprodução / 300 desenhos)

Com o objetivo de ajudar as populações vulnerabilizadas no Brasil durante a pandemia de Covid-19, dois projetos recorrem a vendas de obras como forma de arrecadar fundos para doações.

No Art Challenge Cestou, os trabalhos são vendidos pelos próprios artistas, que destinam à ONG Gerando Falcões doações que variam de 50 a 100% do lucro. O projeto acontece por tempo indeterminado e os convites são feitos de modo orgânico, de artista para artista, em uma rede de colaboração que ajuda tanto na divulgação quanto nas vendas. A verba gerada com esse movimento será revertida para a compra de cestas básicas para populações vulnerabilizadas de favelas e comunidades. 

Já em 300 desenhos, obras em formato A4 serão vendidas por R$ 1 mil e o montante será revertido para as entidades Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), Central Única das Favelas (CUFA) e Habitat Brasil. Cada pessoa que comprar irá receber uma obra selecionada por sorteio, contrariando a lógica dos leilões onde as peças são adquiridas por especulação ou interesse em nomes específicos. A verba arrecadada irá prover alimentos e itens de primeira necessidade para as populações atendidas por essas ONGs. Os desenhos estão todos disponíveis no site do projeto e replicam a dinâmica de sorteio, na medida em que cada acesso à página gera uma nova combinação e sequência de imagens. 

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