E a Saudade que Ficou…

Curador residente Ángel Calvo Uloa remonta trabalho Poesia Espacial, de Ridias, no Ateliê Fidalga

Luana Fortes
Poesia Espacial (2017), de Ridias (Foto: Ding Musa)

Consolidando seu lugar no universo das artes, o trabalho Poesia Espacial, de José Ricardo Dias, foi montado em duas importantes exposições no final dos anos 1970. Primeiro na 14ª Bienal de São Paulo e depois na 1ª Bienal Latino-Americana. No entanto, o que parecia um grande passo em direção ao reconhecimento, acabou não indo adiante. O artista, principalmente conhecido como Ridias, faleceu em 1979, com apenas 30 anos de idade. Desde então, citações ao seu nome e produção não têm sido muito frequentes. Pelo menos até agora.

Ángel Calvo Uloa, curador espanhol, decidiu chamar atenção aos trabalhos de Ridias ao participar do programa de residência Paulo Reis, no Ateliê Fidalga. Foi pensando em recuperar suas obras e anotações que Uloa montou E a Saudade que Ficou… A exposição trata de rememorar e remontar o trabalho Poesia Espacial, além de apresentar projetos, cadernos, documentos e publicações da época.

Serviço
E a saudade que ficou…
Ateliê Fidalga
Rua Fidalga, 299 – São Paulo
Até 31/4
ateliefidalga.com.br

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