Educação pela imagem

Instituto Querô comemora dez anos de preparação de jovens para o audiovisual no Valongo Festival

Luciana Pareja Norbiato
Claudio Maneja Jr., coordenador de projetos do Instituto Querô

Foi com uma filmagem de Querô – Uma Reportagem Maldita, clássico do dramaturgo santista Plínio Marcos, que o Instituto Querô iniciou suas atividades há dez anos – e de onde tirou seu nome. Mais especificamente, o ensino de jovens de comunidades de baixa renda da região portuária santista.

De lá para cá, a ONG de inclusão social pelo audiovisual apoiada pela Unicef já formou mais de 340 alunos, em uma preparação que pode ser realizada em até dois anos, com a inclusão no segundo ano de estágios na área. Desses jovens, 40% seguem trabalhando com audiovisual, um número que mostra que a imagem também educa e torna-se um caminho profissional.

As novidades do Querô não ficam só na programação gratuita que o instituto preparou para comemorar seu aniversário dentro do Valongo Festival Internacional da Imagem. O projeto pretende rodar neste ano seu primeiro longa-metragem, Sócrates, além de uma websérie criada pelos jovens do segundo ano, que vão filmá-la totalmente no celular.

seLecT conversou com o coordenador de projetos da iniciativa, Claudio Maneja Jr., e com a formadora Camila, 19, que ingressou nas oficinas promovidas pelo Querô como aluna e hoje já atua como formadora. Eles contam mais sobre as atividades do grupo e o poder transformador da imagem pela educação.

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