Entrevista Julia Sander

Marion Strecker

Publicado em: 28/10/2013

Categoria: Especial Mercado de Arte, Mercado de Arte

“Colecionar é um vício, uma paixão, algo que me traz imensa felicidade”, diz Julia

Julia Sander Por Bob Wolfenson

Legenda: Julia Sander, foto Bob Wolfenson

Entrevista parte da série especial Mercado de arte

Desde quando você coleciona e quantas obras possui?

Minha primeira peça lembro que ganhei de minha avó. Foi um desenho da pintora Noemia, esposa de Di Cavalcanti. Hoje devo ter cerca de 80 peças.

Você escolhe pessoalmente o que compra ou conta com a ajuda de curador?

Sempre escolho as obras que compro pessoalmente, mas estou sempre conversando com curadores e galeristas.

Qual o foco da sua coleção?

Foco em comprar o que eu gosto, não em estilos específicos. Há um senso de humor na minha coleção, e um quê de fantasia.

Por que você coleciona?

É um vício, uma paixão, e algo que me traz imensa felicidade.

Qual a melhor compra que já fez? Por que foi a melhor?

Não sei se há uma melhor ou pior compra. Existem obras que comprei e valorizaram muito, e outras que não. Mas as amo mesmo assim. Sou da teoria never sell [nunca vender].

Onde você compra?

Compro mais em galeria e direto de artistas. Normalmente crio uma amizade com ambos – galerista e artista. Gosto muito dessa troca.

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