Espaço mineiro comemora dois anos com exposição de gravura

Focado em arte sobre papel, o espaço cAsA apresenta obras de artistas como Goya, Goeldi e Evandro Carlos Jardim

Da redação
Gravura em metal de Francisco Goya, Lo Peor Es Pedir, 1810-1820 (Fotos: Divulgação)

Há dois anos, nascia em Belo Horizonte um espaço dedicado exclusivamente a trabalhos artísticos sobre papel. Fruto do luto de Lúcia Palhano, o espaço cAsA começou com o pequeno acervo de gravuras de seu filho André, adquirido por ele antes de sua morte precoce, com 24 anos. A galeria foi a forma encontrada por Lúcia de se conectar aos interesses do filho, assim como ampliar a coleção que ele deixou para trás como legado.

Hoje, dois anos após sua fundação, o espaço conta com mais de mil obras e já realizou sete exposições, entre elas duas coletivas do acervo. E para comemorar as bodas de algodão, o cAsA apresenta a exposição Prosaica Humanidade, com 37 gravuras de 29 artistas, entre os quais estão Evandro Carlos Jardim, Francisco Goya, Marc Chagall, Oswaldo Goeldi e Renina Katz.

  • Morte, Mãe e Criança (1910), de Käthe Kollwitz
  • A Cólera II (1925), de Marc Chagall
  • No Hay Que dar Voces, 1810-1820, de Francisco Goya

Serviço
Prosaica Humanidade
Até 23/12
cAsA – Obras Sobre Papel
Avenida Brasil, 75 – Belo Horizonte
facebook.com/ObrasSobrePapel

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