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Bienal de São Paulo dá o pontapé inicial na programação de sua 32ª edição com evento em Santiago do Chile, aberto ao público

Luciana Pareja Norbiato

Publicado em: 04/03/2016

Categoria: Da Hora, Notícias Quentes

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Desenho de Pilar Quinteros (cortesia da artista/Bienal)

A 32ª edição da Bienal de São Paulo abre os trabalhos em Santiago, no Chile. Isso porque a curadoria da mostra, encabeçada por Jochen Volz, quer ampliar o debate de temas como entropia, incerteza, ecologias e xenocronia para (muito) além das fronteiras da capital paulistana. A ideia é reunir artistas, pensadores e interessados em arte num cenário que irá contemplar também Acra (capital de Gana), Lima, Cuiabá e, finalmente, São Paulo.

Nesse primeiro encontro, a mesa de debates e apresentações inclui nomes consagrados, como o artista francês Pierre Huyghe. Além dele, Yann Blanc Chateigné, Pia Lindman, Jacinta Arthur, Macarena Morales e Pilar Quinteros comandam mesas com a participação de Volz, além de Lars Bang Larsendois curadores principais, além dos co-curadores Gabi Ngcobo (África do Sul), Júlia Rebouças (Brasil), Lars Bang Larsen (Dinamarca) e Sofía Olascoaga (México).

Para compor o quadro de cerca de 90 artistas que integrarão esta edição da Bienal, Jochen Volz partiu da ideia de cataclisma iminente que assola o mundo na atualidade, pelo esgotamento dos paradigmas que até então regiam o mundo capitalista. Mostrar de que forma a arte se apropria desse universo, rompendo com a lógica vigente e abraçando a incerteza como sua essência, é o objetivo da programação.

O encontro acontece no dia 12 de março, e a programação completa está no site da Bienal. A exposição será exibida entre 10 de setembro e 11 de dezembro.

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