Inteligência “arteficial”

Com a criação de Magenta, Google leva a inteligência artificial ao universo da arte e da música

Ana Abril

Publicado em: 25/05/2016

Categoria: Da Hora, Notícias Quentes

Ilustração é resultado da experiência de produção de imagens oníricas usando o Google DeepDream (Foto: Underlost/Flickr)

A inteligência artificial já está presente em áreas como economia, medicina, engenharia e informática. Mas essa tecnologia parecia não alcançar ramos mais criativos, como a arte e a música. O gigante Google parece desconhecer limites e inovou mais uma vez ao criar Magenta, uma ferramenta que usa a inteligência artificial para produzir arte.

Tendo como exemplo Google DeepDream (experiência de produção de imagens oníricas por uma inteligência artificial, usando como base o TensorFlow, banco de dados criado pelo Google no final de 2015), Magenta utiliza estilos de artistas e músicos existentes para criar suas próprias obras de arte. O funcionamento baseia-se na utilização de padrões artísticos simples para constituir uma inteligência artificial que vai criar obras de arte e composições inéditas.

A principal dificuldade de Magenta é copiar padrões artísticos. Por isso, estará à disposição de outros investigadores e artistas que poderão explorar o potencial criativo dos computadores e melhorar a ferramenta. Apresentado na Moogfest Tech and Music Festival, nos Estados Unidos, o projeto futurista será lançado ao público no começo de junho de 2016.

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