Jaloo

Assista a alguns dos melhores clipes do artista reinventor do tecnobrega

Camila Régis

N° Edição: 30

Publicado em: 13/06/2016

Categoria: A Revista, Destaque

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Jaloo, cantor e produtor paraense (Foto: Reprodução)

Com cerca de 150 mil habitantes, Castanhal, cidade a 68 quilômetros de Belém, é a terra natal de Jaime de Souza Melo Junior. Produtor e cantor de 27 anos, Jaloo, como é conhecido, mistura elementos de sua origem paraense, do carimbó ao tecnobrega, com bips de videogame e sons garimpados na internet. A habilidade do jovem autodidata (em entrevistas, Jaloo conta que aprendeu muita coisa via tutoriais do YouTube) para criar beats improváveis, por meio de programas de edição de som como o FruityLoops – hoje, considerado obsoleto –, colocou-o na efervescente cena musical paulistana.

Após lançar um primeiro disco independente em 2013, batizado de Couve, composto apenas de covers de faixas como Baby, famosa na voz de Gal Costa, Jaloo caiu nas graças de Carlos Eduardo Miranda, que produziu nomes como a também paraense Gaby Amarantos, Cansei de Ser Sexy e Raimundos. Comandado por Miranda, o selo StereoMono lançou em outubro de 2015 o álbum #1, com músicas próprias e inéditas. A nova empreitada rendeu videoclipes artísticos que evidenciam sua estética andrógina à Björk e a participação em festivais de música de grande porte, como o Primavera Sound, em Barcelona.

O gosto por aparelhos eletrônicos, batidas de funk, divas do pop americano e guitarradas paraenses cria o caldeirão de referências aparentemente díspares do cantor. O resultado, segundo alguns críticos e entusiastas, é o sci-fi brega. Ainda que a definição não seja suficiente para descrevê-lo, Jaloo mostra sua capacidade de compreender construções sonoras e reorganizá-las.

A reinvenção de um dos gêneros musicais preferidos pelo povo, o tecnobrega, vem da mão do cantor paraense Jaloo. O artista mistura pop com grandes doses de bass music e do brega. A seLecT selecionou alguns dos melhores clipes do artista. Neles, é possível se deliciar com a mistura musical, a estética andrógina e as refêrencias aos filmes de ficcão científica. Bom som!

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