José Olympio será o novo presidente da Fundação Bienal

O colecionador assumirá a posição de João Carlos de Figueiredo Ferraz, que precisou se afastar do cargo por motivos de saúde

Da Redação
José Olympio Pereira em fotografia de Bob Wolfenson

Na semana passada, o Conselho de Administração da Fundação Bienal aclamou o colecionador José Olympio da Veiga Pereira como seu próximo presidente. A decisão seria tomada apenas no começo de 2019, mas foi necessário antecipá-la. O empresário e também colecionador João Carlos de Figueiredo Ferraz enviou carta ao Conselho afirmando que não tem condições de terminar seu mandato por motivos de saúde.

Presidente da fundação desde janeiro de 2017, Figueiredo Ferraz já estava afastado do cargo e não compareceu à coletiva de imprensa da 33ª Bienal de São Paulo, inaugurada em 7 de setembro. Quem vem atuando até agora como presidente interino é Eduardo Saron, diretor do Itaú Cultural, que segue como membro do Conselho de Administração da Fundação.

José Olympio Pereira é presidente do banco Credit Suisse no Brasil desde 2012. Formado em engenharia civil pela PUC do Rio de Janeiro, tem MBA em Harvard e desde o início de sua carreira trabalhou no mercado financeiro. Ele é neto do livreiro e editor carioca José Olympio.

O executivo tem participado de conselhos de diversas instituições artísticas no Brasil e no exterior, como a Pinacoteca do Estado de São Paulo, o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, o The New Museum e o MoMA, de Nova York, a Tate Modern, em Londres, e a Foundation Cartier por L’Art Contemporain de Paris. Seu mandato na Fundação Bienal deve se estender até dezembro de 2020.

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