Quem goza mais?

Mundo codificado da #seLecT41 com infográficos sobre frequência de orgasmo em mulheres e homens de diferentes orientações sexuais

Luana Fortes e Márion Strecker

N° Edição: 41

Publicado em: 26/02/2019

Categoria: A Revista, Destaque

O orgasmo é caracterizado por uma série de contrações na área genital, resultando na liberação da tensão sexual, e é acompanhado pela experiência subjetiva de sensações prazerosas, segundo a clássica definição de Masters & Johnson de 1966. Estudos mostrando que homens têm orgasmo com mais frequência que mulheres existem pelo menos desde os anos 1950, mas pesquisas revelando a variação do orgasmo entre pessoas com diferentes orientações sexuais surgiram apenas no século 21.

Uma delas é a pesquisa de David A. Frederick, H. Kate St. John, Justin R. Garcia, Elisabeth A. Lloyd, intitulada Differences in Orgasm Frequency Among Gay, Lesbian, Bisexual, and Heterosexual Men and Women in a U.S. National Sample. Os autores são ligados à Chapman University, à Claremont Graduate University, ambas na Califórnia, e à Indiana University, em Bloomington. O resultado da pesquisa veio a público em 2017 e foi publicado no periódico Archives of Sexual Behavior.

O estudo deu-se com análises secundárias de dados anônimos coletados via pesquisa publicada durante dez dias no website da NBC News, nos Estados Unidos. Foram consideradas as respostas completas de 52.588 adultos entre 18 e 65 anos, que afirmaram ter tido relações sexuais no mês anterior.

Veja a seguir alguns resultados dessa pesquisa, que ouviu 26.032 homens heterossexuais, 24.102 mulheres heterossexuais, 452 homens gays, 340 lésbicas, 550 homens bissexuais e 1.112 mulheres bissexuais.

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