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Agenda da Semana (9/8/18)

Vitória Savini
Explode Vera Verão de Aretha Sadick (Foto: Divulgação)

SÃO PAULO
Arte-Veículo
De 28/8 a 2/12, Sesc Pompeia, Rua Clélia, 93 | sesc.com.br
Na área de convivência do Sesc Pompeia, a mostra curada por Ana Maria Maia apresenta obras de 47 artistas e coletivos das mais diferentes linguagens que se utilizam dos veículos de comunicação como suporte e difusão de valores. Os trabalhos são produções dos últimos 60 anos, desde o surgimento da TV no Brasil (1950) até a difusão da internet (anos 2000). A mostra é dividida nas seções Perder-se, Sair às Ruas, Duelar, Hackear, Ouviver, Ficcionalizar, Experimentar a Linguagem.

Senhorita (2018) de Cristina Canale (Foto: Everton Ballardin)

SÃO PAULO
Elogios da Cor
De 11/8 a 13/10, Carbono Galeria, Rua Joaquim Antunes, 59 | carbonogaleria.com.br
A exposição coletiva traz obras em gravura, fotografia, dispositivos digitais e objetos. São doze artistas, entre eles Célia Euvaldo, Cristina Canale, Gabriela Machado, Janaina Tschape, Manoela Medeiros e Sérgio Sister. A curadoria é de Ligia Canongia, que ressalta a importância dessa exposição na ampliação do acesso à arte contemporânea na cidade de São Paulo.

Tutto e pronto per me – ma manca qualcosa. Aceita, prazer, que h· cat·strofe (2018) de Lucas Simões (Foto: Divulgação)

SÃO PAULO
Ressaca, de Lucas Simões
De 11/8 a 15/9, Casa Triângulo, Rua Estados Unidos, 1324 | casatriangulo.com
O artista apresenta dois conjuntos escultóricos, onde escultura se interliga a poesia, matéria, espacialidade e sentidos. A instalação é composta por 52 painéis metálicos reconfigurando o espaço expositivo e trazendo novos percursos para o público. Além disso, Simões exibe a série de esculturas You Text Nothing Like You Look, com um jogo entre versos de diversas línguas.

Série Walk The Line (2016) de Rodrigo Sassi (Foto: Rodrigo Sassi)

SÃO PAULO
Esquinas Que me Atravessam, de Rodrigo Sassi
De 11/8 a 22/10, CCBB, Rua Álvares Penteado, 112 | culturabancodobrasil.com.br
Rodrigo Sassi se apropria de elementos usados em construções civis da cidade para a produção de 20 obras inéditas da sua nova individual. Entre madeira, concreto e metal, Sassi expõe esculturas de parede, uma grande instalação central e cinco xilogravuras sobre papel. Após a visita o público consegue perceber o caráter tridimensional da exposição que atravessa a instalação, objeto e escultura.

Trajetória Acrílica Sobre Madeira de Adriana Maciel (Foto: Divulgação)

SÃO PAULO
Locus, de Adriana Maciel
12/8 a 24/9, Galeria Flávio de Carvalho, Funarte, Alameda Nothmann, 1058 | funarte.gov.br
Locus de Adriana Maciel contém a produção da artista ao longo de 10 anos. A mostra é constituída por 13 telas da série Com-Partimentos, 10 objetos pictóricos das séries Núcleos e mais duas instalações: Trajetória, com 70 obras, e Órbitas com uma instalação de 10 peças. Essa disposição fragmentada evidencia a importância do espaço na composição pictórica das obras, envolvendo o público em um universo etéreo e lúdico. A montagem conduz a um percurso labiríntico incitando uma organicidade ao mesmo tempo que gera conceitos duais como ausência e presença, esgarçamento e permanência, superfície e profundidade.

Registro de Performance Dois Solos (Foto: Divulgação)

SÃO PAULO
Apenas Uma Pedra, de Pontogor
Performance Dois Solos, 11/8, Sé Galeria, Rua Roberto Simonsen, 108 | segaleria.com.br
A primeira individual do artista carioca Pontogor está em seus últimos dias na Sé Galeria e conta com performance em seu encerramento. A mostra articula fotografia, cartaz, vídeo e instalação, criando narrativas fragmentadas que se completam na interpretação do público. É interesse de Pontogor a pesquisa de imagens e sons e suas respectivas soluções sensitivas, levantando questões filosóficas sobre espaço e tempo. Na performance Dois Solos (11/8), que ocorre das 15h às 19h, Pontogor e André Damião tocam guitarras.

Sem Título (1955), pintura de Ivan Serpa (Foto: Paulinho Muniz)

SÃO PAULO
O Outro Trans-Atlântico: Arte Ótica e Cinética no Leste Europeu e na América Latina Entre os Anos 50 e 70
Até 28/10, Sesc Pinheiros, Rua Paes Leme, 195 | sescsp.org.br
Com cerca de 100 obras de mais de 30 artistas, a exposição O Outro Trans-Atlântico mostra que a arte cinética e op art não se restringiu à Europa ocidental e Estados Unidos. A primeira montagem da exposição foi feita em 2017, no Museu de Arte Moderna de Varsóvia, na Polônia. Agora ela chega ao Sesc Pinheiros complementada por obras de artistas latino-americanos, especialmente brasileiros. A mostra propõe uma revisão da história da arte oficial e tem curadoria de Abigail Winograd, Dieter Roelstraete e Marta Dziewańska.

Tranças afrodescendentes de Robério Braga (Foto: Robério Braga)

SALVADOR
A Missa, de Robério Braga
9/8 a 31/8, Solar Ferrão, Rua Maciel de Baixo, 43 | pelourinhodiaenoite.salvador.ba.gov.br
Os 13 retratos em preto e branco de cabeças com tranças foram realizados em igrejas barrocas do Pelourinho, daí o título da exposição, “A Missa”. A mostra tem curadoria de Diógenes Moura e é destaque da Feira Literária do Pelô – Flipelô. “O projeto é uma viagem visual pelas cabeças penteadas na vida cotidiana e em períodos festivos. É uma busca estética e étnica dos significados dos penteados que identificam as matrizes africanas”, diz o fotógrafo Robério Braga.

RIO DE JANEIRO

Óleo e encáustica sobre tela (2018) de Alan Fontes (Foto: Divulgação)

Exposição Nacional, de Alan Fontes
Macacos Robôs Furacões, de Fernando Campana
Até 6/9, Luciana Caravello Arte Contemporânea, Rua Barão de Jaguaripe, 387 | lucianacaravello.com.br
Em homenagem à Exposição Nacional do Rio de Janeiro de 1908, a mostra de Alan Fontes, localizada no primeiro andar da galeria, apresenta trabalhos inéditos sobre as transformações no espaço urbano da cidade, incluindo nove pinturas em óleo e encáustica sobre tela, quatro livros-objetos e afresco sobre concreto. No terceiro andar encontra-se Macacos, Robôs e Furacões, três séries da exibição de Fernando Campana que envolve o design na arte através de ferramentas como aquarela, grafite e colagens com peças automotivas.

Magia (2014), costura, amarrações e tecidos diversos de Sonia Gomes (Foto: Divulgação)

RIO DE JANEIRO
A Vida Renasce Sempre, de Sonia Gomes
Brinquedo de Furar Moletom, de Jaime Lauriano
De 11/8 a 25/11, MAC Niterói, Mirante da Boa Viagem, s/n | culturaniteroi.com.br
Sonia Gomes apresenta cerca de 40 trabalhos produzidos durante os últimos 20 anos que incluem papel, tecido, madeira e intervenções em livros. Suas esculturas são feitas a partir da manipulação de tecidos e objetos encontrados ao acaso, constituindo uma trama complexa de novo significado. Gomes trabalha a partir do universo de sua memória familiar, identidade racial e cultural. Hoje aos 70 anos, ainda trabalha para dar voz às minorias silenciadas, principalmente à negritude brasileira feminina. Em Brinquedo de Furar Moletom, Jaime Lauriano constrói uma espécie de torre de observação da paisagem na varanda do museu, tanto para pensar nesse espaço expositivo, quanto para representar sua investigação sobre os mapas coloniais e a história de violência no Brasil.

Sem título (2018), aço inox com pintura de Iole de Freitas (Foto: Divulgação)

RIO DE JANEIRO
Papel de Aço, de Iole de Freitas
De 9/8 a 15/9, Silvia Cintra + Box 4, Rua das Acácias, 104 | silviacintra.com.br
A individual traz nove esculturas brancas dispostas na galeria da mesma forma que estavam no ateliê da artista. A série é reverberação da exposição O Peso de Cada Um, no MAM-RJ em 2015. Não mais com o espaço e arquitetura expositiva anterior, agora as obras são bem menores. A mostra ainda conta com um vídeo em que Iole de Freitas fala sobre seu processo criativo.

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