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Agenda da semana (14/6/18)

Vitória Savini
Ducatti (2012), colagem de Leda Catunda (Foto: Divulgação)

SÃO PAULO
Alcides e Leda Catunda: Onde Estamos E Para Onde Vamos
De 14/6 a 28/7, Galeria Estação, Rua Ferreira de Araújo, 625 | galeriaestacao.com.br
Leda Catunda foi convidada a escolher um artista da Galeria Estação para dialogar com sua produção. A produção de gravuras de Alcides, artista escolhido, dialoga com 20 obras de Catunda, entre pinturas, gravuras, colagens e aquarelas. Interessa à artista-curadora a representação de imagens arquetípicas como casas, estradas e lagos, como uma mitologia de progresso, fortalecendo o diálogo com a concepção de Alcides.

Jardins Suspensos, 2015, Lucas Dupin (Foto: Divulgação)

SÃO PAULO
Rés do Chão
Individual de Lucas Dupin, 16/6 a 21/7, Galeria Lume, Rua Gumercindo Saraiva, 54, Jardim Europa | galerialume.com
Vencedor de prêmios de arte contemporânea do Instituto Tomie Ohtake, Faap e Funarte, o mineiro Lucas Dupin faz sua primeira individual. Rés Do Chão parte de temas universais para trazer perspectivas de detalhes corriqueiros das ruas das cidades. A instalação Jardins Suspensos, por exemplo, é composta por calçadas de pedras portuguesas suspensas com minúsculos jardins.

Sem Título, 2014, Ferreira Gullar (Foto: Divulgação)

SÃO PAULO
Relevos
Ferreira Gullar, 11/6 a 14/7, Dan Galeria, Rua Estados Unidos, 1638 | dangaleria.com.br
Nascidos do entusiasmo e do acaso, os 60 relevos de Ferreira Gullar são exibidos pela primeira vez em continuidade a A Revelação Do Avesso, livro de arte lançado em 2014 também na Dan Galeria. Autor do Manifesto Neoconcreto (1959), que lançou obras de Lygia Clarck e Helio Oiticica, para o poeta e crítico, a vida não basta e precisa ser reinventada a cada dia.

Sem Título (2018), madeira e vidro de Elisa Bracher (Foto: Divulgação)

SÃO PAULO
Encarnadas
Individual de Elisa Bracher, de 20/6 a 12/8, Galeria Raquel Arnaud | raquelarnaud.com.br
Em uma seleção de 30 desenhos, a individual de Elisa Bracher expressa um trabalho de aspecto orgânico, fluido, visceral e erótico, tratando a visualidade sob a perspectiva enérgica da cor vermelha. Com curadoria de Elisa Byington, a mostra apresenta investigação formal de Bracher, que mira a tridimensionalidade do espaço em relação à superfície do papel.

Evandro Soares (2017), fotografia e intervenção em ferro (Foto: Divulgação)

SÃO PAULO
Arquitetura Inventada
Individual de Evandro Soares, de 14/6 a 27/7, Arte Hall Galeria de Arte, Rua Cônego Eugenio Leite, 240 | artehall.com.br
Na primeira individual em São Paulo, o artista Evandro Soares explora técnicas como solda de fios de ferro em chapa de alumínio, desenho em nanquim, fotografia e site-specific. Sua longa experiência em serralheria traça desafiadora e rica relação com códigos minimalistas e construtivistas da arquitetura e design. O curador Mario Gioia destaca em Soares sua linha, que atravessa os limites entre superfície e entorno, como maneira de subverter as noções de representação.

Trabalho de Marina Weffort (2017) (Foto: Pat Kilgore)

SÃO PAULO
Avesso Viés
Coletiva, de 9/6 a 11/7, SIM Galeria, Rua Sarandi, 113 | simgaleria.com
Nesta exposição coletiva com curadoria de Paulo Miyada, artistas de gerações diversas como Lucio Fontana, Frank Ammerlaan, Nelson Leiner, Yuli Yamagata e Marina Weffort exploram as possibilidades de duração e interrupção do tempo através do cortar, torcer, manchar e desfiar a matéria têxtil. A mostra coloca em questão a imbricação entre sociedade contemporânea e temporalidade.

Instalação Taquara dos Irmãos Campana (Foto: Divulgação)

SÃO PAULO
Experimentando Le Corbusier: Interpretações Contemporâneas Do Modernismo.
De 16/6 a 12/8, Museu Da Casa Brasileira, Avenida Brigadeiro Faria Lima, 2705 | mcb.org.br
Com a intenção de manter vivo o pensamento do arquiteto modernista franco-suíço, a exposição convida artistas, designers e arquitetos brasileiros para refletir acerca do trabalho do Le Corbusier. Dentre eles estão os Irmãos Campana ocupando o jardim do museu com a instalação Taquara, Carla Chaim, Lucas Simões, Ivan Padovani, Alexandre Benoit e escritórios brasileiros como Aleph Zero, Nitsche Arquitetos e Gabriel Ranieri.

Folhinhas Iemanjás (1979/2018), fotografia de Miguel Rio Branco

SALVADOR
Cabisbaixo no Paraíso
Individual de Miguel Rio Branco, de 15/6 a 13/7, Paulo Darzé Galeria, Rua Chrysippo de Aguiar, 8 | paulodarzegaleria.com.br
Miguel Rio Branco começou sua carreira profissional com uma exposição de pintura na Suíça, em 1964. Fotógrafo, diretor de fotografia e pintor, já expôs em individuais e coletivas em instituições como o Centre Pompidou, em Paris, e o MASP, em São Paulo. A individual na galeria Paulo Darzé é composta por 55 imagens que manifestam descontinuidades e assimetrias.

Oh Well (Red Ball) (2017), aglomerado de Alexandre Canonico (Foto: Divulgação)

RIO DE JANEIRO
Como Vão As Coisas
Individual de Alexandre Canonico, de 13/6 a 21/7, Galeria Silvia Cintra+Box4, Rua das Acácias, 104 | silviacintra.com.br
Com materiais encontrados em lojas de construção, Alexandre Canonico apresenta em sua primeira individual no Rio de Janeiro instalações, gravuras e uma escultura, que tencionam diferentes materiais como barras de ferro, arruelas, espuma e areia.

Vista da Fundação Iberê Camargo (Foto: Nilton Santolin)

 

PORTO ALEGRE
As Durações Do Rastro – A Fotografia De Jordi Burch Frente À Arquitetura De Álvaro Siza Vieira, de 16/6 a 5/8
Moderna Para Sempre – Fotografia Modernista Brasileira Na Coleção Itaú Cultural, até 15/7, Fundação Iberê Camargo, Avenida Padre Cacique, 2000 | iberecamargo.org.br
Com curadoria de Veronica Stigger, As Durações Do Rastro reúne 40 imagens do fotógrafo português Jordi Burch, registrando conjuntos habitacionais da Europa projetados por Álvaro Siza. No dia da abertura Stigger e Burch realizam conversa aberta ao público (16/6 às 14h); as artistas Elaine Tedesco e Katia Prates conduzem o Seminário Ponto de Fuga (às 16h, inscrições aqui), que acontece todos os sábados até 30/6 (saiba mais aqui). Já no domingo (17/6 às 16h), integrando o programa da exposição Moderna Para Sempre, o Cine Iberê exibe em única sessão com comentários da pesquisadora Thais Fernandes, Eu Sou Ingrid Bergman, do sueco Stig Björkman, e também será realizada a oficina Tudo Que Vai, Volta (das 14h às 18h, inscrições aqui)

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