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Agenda da Semana (30/8/18)

Da redação
Ta Tze Bao (1972), de Antonio Dias (Foto: Cortesia do Artista, Galeria Nara Roesler)

SÃO PAULO
ANTONIO DIAS – Tazibao e outras obras
De 1º/9 a 3/11, Galeria Nara Roesler, Av. Europa, 655 | nararoesler.art
Individual apresenta uma síntese da obra de Antonio Dias com curadoria de Paulo Sergio Duarte. Já prevista antes da recente morte do artista, que faleceu em 1º de agosto, a mostra tornou-se uma homenagem e reúne trabalhos produzidos entre 1968 e 2013. O grande destaque da exposição é a série Tazibao, que aparece no título, na qual Dias faz interferências sobre páginas dos jornais New York Times e Corriere della Sera. O trabalho tem como referência os jornais/murais pintados em paredes de cidades chinesas, que a partir de 1966 serviram como “gráfica” da Revolução Cultural Chinesa conduzida por Mao Tse Tung, líder do Partido Comunista Chinês.

SÃO PAULO
Semana de Arte
De 1/9 a 3/9, Pavilhão das Culturas Brasileiras, Parque do Ibirapuera, Av. Pedro Álvares Cabral, s/nº | semana.art
A Semana de Arte, idealizada pelos galeristas Luisa Strina e Thiago Gomide, o curador Ricardo Sardenberg e o empresário cultural Emilio Kalil, chega à sua segunda edição com nova sede no Pavilhão das Culturas Brasileiras no Parque do Ibirapuera. A feira de arte foi criada em 2017 e seu diferencial é ter pequeno formato e a participação ativa de um curador convidado, com o qual os projetos expositivos de cada estande são discutidos. Este ano a curadoria fica por conta do mexicano Pablo León de la Barra, curador de arte latino-americana do Guggenheim, em Nova York, e curador geral do MAC Niterói. Sua proposta concentra-se na herança modernista nacional e internacional, abordando especialmente presenças menos exploradas como a feminina e a afrodescendente. Estão presentes 43 galerias, das quais quatro são internacionais. Além da feira, o projeto traz atividades como sessões de filmes documentários, ciclos de palestras – que ocorrem no mesmo endereço – e excursões por arquiteturas paulistanas.

Monitor Crayon Líquido, de José Damasceno (Foto: Divulgação)

SÃO PAULO
ESCADABSTRATA
José Damasceno, de 1º/9 a 29/9, Galeria Millan e Anexo Millan, Rua Fradique Coutinho, 1360 e 1416 | galeriamillan.com.br
José Damasceno exibe 11 trabalhos inéditos nos dois espaços da Galeria Millan, ambos na Rua Fradique Coutinho, em São Paulo. O título da individual faz referência a obra homônima que consiste em uma escada helicoidal – com formato de hélice – que vai do chão ao teto do Anexo Millan. O artista interessa-se pelo paradoxo entre sensações de movimento em objetos estáticos.

Instalação de Patricio Farías (Foto: Divulgação)

SÃO PAULO
As Desauras de Patricio Farías
De 3/9 a 17/10, Bolsa de Arte, Rua Mourato Coelho, 790 | bolsadearte.com.br
Artista chileno radicado no Brasil, Patricio Farías, exibe panorama de sua produção na Bolsa de Arte, com esculturas, instalações, maquetes, fotografias e objetos. A mostra abrange obras dos anos 1980 até hoje. Na abertura, em 3/9, das 17h às 21h, acontece lançamento de livro sobre sua trajetória, organizado pelo crítico espanhol Adolfo Montejo Navas.

Imagem de A Origem do Rosto, de Arthur Omar (Foto: Divulgação)

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A Origem do Rosto
Arthur Omar, de 30/8 a 1º/12, Sesc Consolação, Rua Dr. Vila Nova, 245 | sescsp.org.br/consolacao
O rosto, a percepção e o olhar são os pontos de partida das obras que Arthur Omar exibe em individual com curadoria de Adolfo Montejo Navas. A exposição é complementada por mesas de debates, que ocorrem aos sábados, sobre fotografia, cinema e antropologia. Inaugura a programação uma conversa entre o artista, o curador e a coordenadora da mostra Ivana Bentes, em 1º/9, às 15h.

Imagem da instalação Imateriais (2010-2018), de Distruktur, dupla de brasileiros radicada em Berlim (Foto: Divulgação)

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Via Aérea
De 31/8 a 2/12, Sesc Belenzinho, Rua Padre Adelino, 1000 | sescsp.org.br/belenzinho
Com curadoria de Marcio Harum, a coletiva Via Aérea traz ao Sesc Belenzinho trabalhos de 12 artistas que exploram transparências e o aspecto de leveza. Entre instalações, esculturas, vídeos e fotografias, a mostra abriga alguns trabalhos comissionados. A lista de participantes inclui Ernesto Neto, Fancy Violence, Letícia Ramos e Merce Cunningham.

Capa-Canal (2018), de Héctor Zamora (Foto: Divulgação)

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Reforma, de Rochelle Costi
Héctor Zamora
De 1º/9 a 6/10, Luciana Brito Galeria, Av. Nove de Julho, 5162 | lucianabritogaleria.com.br
Luciana Brito Galeria apresenta duas exposições individuais simultâneas. Em Reforma, Rochelle Costi exibe trabalhos feitos nas últimas décadas que se relacionam com arquitetura. Enquanto isso, o mexicano Héctor Zamora traz uma videoinstalação resultante da performance CAPA-CANAL, realizada na 11ª Bienal do Mercosul este ano. Na abertura da mostra, em 1º/9 das 12h às 18h, Zamora faz intervenção na fachada da galeria.

Série Desenhos em Processos Escultóricos (2018), de Fabiano Gonper (Foto: Divulgação)

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Experiência Desenho – Campos de Expansão, Observação e Impossibilidade
Fabiano Gonper, de 1º/9 a 20/10, Oficina Cultural Oswald de Andrade, Rua Três Rios, 363 | oficinasculturais.org.br
Fabiano Gonper faz individual com curadoria de Ananda Carvalho. A mostra apresenta fotografias, objetos, desenhos e mesas-obra que pretendem expandir procedimentos do desenho para o espaço. Gonper transferiu seu ateliê para a oficina cultural durante três semanas. Nesse período desenvolveu uma intervenção no espaço e criou dispositivos que funcionam como obras e como suporte de exibição de obras.

Dissidência (2008), de Minerva Cuevas (Foto: Divulgação)

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Minerva Cuevas – Dissidência
De 30/8 a 15/12, Galpão VB, Av. Imperatriz Leopoldina, 1150 | videobrasil.org.br
A artista mexicana Minerva Cuevas, conhecida por mesclar arte e ativismo político, leva sete vídeos e uma projeção de slides ao Galpão VB. A mostra tem curadoria de Gabriel Bogossian e Solange Farkas. Com humor e ironia, Cuevas aborda criticamente assuntos da cultura pop, como o papel de grandes corporações e o uso de agrotóxicos. A exposição acompanha 1ª publicação dedicada à artista no Brasil.

Comida Batizada de Berna Reale (Foto: Divulgação)

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Gula
Berna Reale, até  3/11, Galeria Nara Roesler, Avenida Europa, 655 | nararoesler.com.br
Conhecida por suas performances sobre questões como a fome e assassinatos, Berna Reale exibe seis novas séries fotográficas (Sobremesa, Comida Batizada, Comida Caseira, Comida de Lobo, Comida de Leão e Comida de Rua) e uma instalação (Gula) baseadas em sua investigação sobre a violência. Na série que abre a exposição, Sobremesa, Reale questiona que devoramento é esse com o qual aqueles policiais fotografados comem. Com curadoria de Agnaldo Farias.

Still de Repetições (2017-2018) de Clara Ianni (Foto: Divulgação)

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Estrela Escura, de André Komatsu
Repetições, de Clara Ianni
Até 29/9, Galeria Vermelho, Rua Minas Gerais, 350 | galeriavermelho.com.br
André Komatsu apresenta em Estrela Escura desenhos, esculturas, pinturas, assemblages e instalações que tratam do isolamento causado por dispositivos de segurança e de um mundo de tendências e doutrinas esvaziadas. O vídeo Repetições (2017-2018), de Clara Ianni, que dura 15 minutos, revisita a primeira peça teatral (Arena Conta Zumbi) realizada em 1965 contra o regime militar brasileiro (1964-1985). Escrita por Gianfrancesco Guarnieri e Augusto Boal, com músicas de Edu Lobo, o espetáculo do grupo Teatro de Arena conta a história de Zumbi, da formação do Quilombo de Palmares e a resistência contra o Império Português como metáfora da luta pela liberdade nos anos 1960. A cena é conduzida por um dos antigos atores, Izaías Almada, cujas lembranças são reavivadas no próprio espaço do teatro.

Retrato de Fernanda Montenegro (1995), de Bob Wolfenson (Foto: Reprodução)

SÃO PAULO
Retratos
Bob Wolfenson, até 9/12, Espaço Cultural Porto Seguro, Alameda Barão de Piracicaba, 610 | espacoculturalportoseguro.com.br
A mostra reúne 220 fotografias, algumas inéditas, produzidas pelo artista desde os anos 1970. Entre as imagens há retratos de Caetano Veloso, Camila Pitanga, Fernanda Montenegro, Fernando Henrique Cardoso, Hélio Oiticica, Laerte e Lula. Bob Wolfenson é referência nacional como fotógrafo de nu, moda e  publicidade.

Ogun Again [Ogum de novo] (1988), aço soldado de Melvin Edwards (Foto: Cortesia Alexander Gray Associates, Stephen Friedman Gallery)

SÃO PAULO
Fragmentos Linchados
Melvin Edwards, até 22/11, MASP, Avenida Paulista, 1578 | masp.org.br
O escultor americano Melvin Edwards faz sua primeira individual em um museu brasileiro com 37 esculturas da série Fragmentos Linchados (Lynch Fragments), produzida ao longo de 50 anos. Como parte do circuito de histórias afro-atlânticas, a exposição exibe trabalhos que refletem sobre raça, direitos civis, violência e diáspora africana, temas influenciados pelo ambiente racista dos Estados Unidos em que Edwards cresceu. É uma investigação sobre aqueles que foram linchados, perseguidos e exterminados após a abolição da escravatura nos EUA. Edwards traz também referências à sua infância na casa de sua avó, no meio rural, com pás, machados e ferraduras.

Dobra (2015), de Maria Laet (Foto: Divulgação)

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Poro
Maria Laet, até 20/10, Galeria Marília Razuk, Rua Jerônimo da Veiga, 131 | galeriamariliarazuk.com.br
Em vídeos, fotografias, monotipias, objetos e uma instalação, Maria Laet investiga o tempo e a imprevisibilidade. Na série de fotografias Terra (Parque Lage), de 2015, a artista conecta duas árvores com costuras no chão.

Vista da exposição Um Cão Com Uma Calda Notável, de João Maria Gusmão e Pedro Paiva (Foto: Divulgação)

SÃO PAULO
Um Cão Com Uma Calda NotávelJoão Maria Gusmão e Pedro Paiva
Espiritual-Vivente-RespiraRodrigo Cass
Até 27/10, Galpão, Rua James Holland 71 | fdag.com.br
João Maria Gusmão e Pedro Paiva apresentam seis projeções de slides e quinze esculturas em bronze. A dupla de artistas usa a linguagem do cinema com filtros, imagens sobrepostas e projetores alterados. Suas produções investigam a realidade em tom humorado, mas também enigmático. Na mostra de Rodrigo Cass, o artista reúne vídeo e pinturas com referências a filosofia, história da arte e espiritualidade.

Vista da instalação Asterismos, de Artur Lescher (Foto: Cortesia do Artista)

SÃO PAULO
Asterismos
Artur Lescher, até 3/11, Galeria Nara Roesler, Avenida Europa, 655 | nararoesler.com.br
Dentro de seu interesse pela tensão e instabilidade do espaço e das formas, Artur Lescher mostra dez esculturas e uma instalação com materiais como fios de multifilamento, aço inoxidável, feltro, cilindros e cones de latão. Asterismos se refere a um conjunto de estrelas que, visto da Terra, remete a padrões geométricos, mas que não tem nome oficialmente reconhecido pela comunidade científica. Asterismos trata de um lugar indecifrável, com obras feitas com processos industriais e grande rigor.

Nu Negro (1954) de German Lorca (Foto: German Lorca)

SÃO PAULO
German Lorca: Mosaico do Tempo, 70 Anos de Fotografia
Até 4/11, Itaú Cultural, Avenida Paulista, 149 | itaucultural.org.br
O Itaú Cultural apresenta exposição retrospectiva das fotografias de German Lorca dos últimos 70 anos de atuação. O artista, de 96 anos, foi precursor do Foto Cineclube Bandeirante, fundado em 1939, e ainda fotografa tudo que lhe desperta o olhar. A mostra conta com mais de 150 fotografias divididas em sete temas que mostram a diversidade linguística do artista: Foto Cine Clube, Bandeirante, Fotografia de Arte, Fotografia Publicitária, São Paulo, Retratos, Autorretratos e Altos Retratos, em que Lorca é captado por outros artistas. A curadoria é do professor e crítico de fotografia Rubens Fernandes Junior, com assistência de José Henrique Lorca.

Desborde Dezoito (2018), algodão e madeira de Jessica Mein (Foto: Divulgação)

SÃO PAULO
Jessica Mein
Até 29/9, Galeria Leme, Avenida Valdemar Ferreira, 130 | galerialeme.com
A paulistana Jessica Mein, radicada em Buenos Aires, mostra sua produção recente, como um conjunto de trabalhos geométricos tecidos em cânhamo e uma videoinstalação, Quase, resultado da apropriação de elementos de um outdoor perto de sua casa na Argentina.

Sem título (2018), xilogravura de Santídio Pereira, (Foto: João Liberato )

SÃO PAULO
O Olhar da Memória
Santídio Pereira, até 22/9, Galeria Estação, Rua Ferreira de Araújo, 625 | galeriaestacao.com.br
Santídio Pereira apresenta 14 xilogravuras inéditas de, em sua maioria, pássaros da caatinga piauiense, onde viveu até seus oito anos. Impressões de aves como caburés, garrinchas, lambus, juritis construídas com outros elementos menos figurativos, remetem as plantas da paisagem do Piauí. As gravuras de Pereira pedem um olhar mais dilatado, paciente e imaginativo para observar os detalhes de seu fazer que se construiu a partir de suas memórias.

Exposição de Yan Xing na Galerie Urs Meile, em Beijing (Foto: Philipp Hänger)

SÃO PAULO
Opfer
Yan Xing, até 13/10, Galeria Jaqueline Martins, Rua Dr. Cesário Mota Junior, 443 | jaquelinemartins.com.br
Opfer significa sacrifício em alemão e é o título para a primeira individual de Yan Xing na América do Sul. O artista inspira-se no filme The Sacrifice (1986), de Andrei Tarkovsky, no qual o protagonista, Alexander, sofre com o holocausto nuclear iminente e os conflitos com sua família. Esse clima sombrio permeia as obras de Xing por meio do piso de granilite, que remete à obsessão de Tarkovsky com pisos de pedra no filme e seu próprio trabalho de vídeo, no qual o artista é filmado num cruzamento do bairro de Vila Buarque. Opfer exibe obras de diferentes formatos que manifestam dores e agonias e mostram a arte como um veículo do desamparo da condição humana.

Come out, bat – birds, earth itself hauled off by flowers (2018) de Rodrigo Hernández (Foto: Divulgação)

SÃO PAULO
O Mundo Real Não Alça Voo, Rodrigo Hernández
História Universal dos Terremotos, Letícia Ramos
De 2/9 a 27/10, Pivô, Edifício Copan, Av. Ipiranga, 200, bloco A, loja 54 | pivo.org.br
Pivô exibe primeira individual no Brasil do mexicano Rodrigo Hernández, que passou dois meses em residência no espaço. O artista mostra esculturas em papel e obras que se relacionam com o espaço expositivo. Simultaneamente, em História Universal dos Terremotos, Letícia Ramos investiga impactos de fenômenos naturais na estrutura da sociedade, partindo de abalos que devastaram Lisboa em 1775.

Águas Passadas Não Movem Moinhos (1997), de José Rufino (Foto: Cacio Murilo)

SÃO PAULO
Limbo – José Rufino
De 1º/9 a 18/11, Biblioteca Mário de Andrade, Rua da Consolação, 94 | prefeitura.sp.gov.br
A individual Limbo parte de obras que estavam até agora inconclusas, guardadas ou desprezadas por José Rufino. A exposição apresenta trabalhos feitos entre 1970 e 2018, incluindo desenhos da infância, esboços, maquetes e objetos que o artista chama de pré-obras ou proto-obras. Para a realização da individual, Rufino resgatou cerca de 250 obras dos cantos esquecidos de seu ateliê.

Capela do Morumbi

SÃO PAULO
MORUMBI, CAXINGUI, BUTANTÃ
Cinthia Marcelle, Marcius Galan e Matheus Rocha Pitta, de 1º/9 a 17/2/19, Capela do Morumbi, Casa do Sertanista, Casa do Bandeirante | capital.sp.gov.br
Exposição do Museu da Cidade de São Paulo se espalha por três pontos históricos de São Paulo em bairros que remontam à presença do grupo indígena Tupi-Guarani na cidade. Marcius Galan exibe a Mará-Obi na Capela do Morumbi, Matheus Rocha Pitta exibe Reintegração de Posse na Casa do Sertanista e Cinthia Marcelle apresenta A Família em Desordem na Casa do Bandeirante. A curadoria é de Douglas de Freitas.

África, de Bispo de Quilombo do Rosário (Foto: Reprodução)

RIO DE JANEIRO
Quilombo do Rosário
Arthur Bispo do Rosário e outros, até 3/3/19, Museu Bispo do Rosário Arte Contemporânea, Estrada Rodrigues Caldas, 3400 | museubispodorosario.com
A mostra Quilombo do Rosário tem como obra central a inédita África de Bispo do Rosário (1909-1989), guardada na sala de restauro do Museu Nacional de Belas Artes desde 1997. O trabalho, um mapa da África, retrata resistência, luta e reinvenção da ancestralidade negra frente a mecanismos de opressão impostos pela colonização. Obras de Bispo, Stela do Patrocínio e Antonio Bragança dialogam com produções de artistas contemporâneos como Dona Tuca, Jaime Lauriano e Rosana Paulino. A curadoria é de Roberto Conduru e tem colaboração do Quilombo do Camorim.

Untitled (2003-2006), Sculptural Study, White Wall Relief, de Fred Sandback (Foto: Fred Sandback Archive, Cortesia David Zwirner)

RIO DE JANEIRO
Iran do Espírito Santo e Fred Sandback
Até 10/11, Carpintaria, Rua Jardim Botânico, 971 | fdag.com.br
Como em um dueto, a Carpintaria exibe obras de Fred Sandback, influente nome do minimalismo norte-americano, ao lado de trabalhos do brasileiro Iran do Espírito Santo. A exposição destaca afinidades entre as produções dos dois artistas, mesmo que suas trajetórias sejam bastante diferentes em termos de geração e geografia.

Equipamento de som Hauricon, exibido na mostra Galáxia (s) do Cinema (Foto: Carla Marins, MAM Rio)

RIO DE JANEIRO
Exposição dos finalistas da 9ª edição do Prêmio PIPA, de 1º/9 a 28/10;
META IMAGENS, César Oiticica Filho, de 1º/9 a 4/11;
Galáxia (s) do Cinema – Máquinas, Engrenagens, Movimentos ou this strange little thing called love, de 1º/9 a 11/11;
MAM Rio, Av. Infante Dom Henrique, 85 | mamrio.org.br
MAM Rio inaugura três exposições em 1º de setembro. No espaço 2.3, Arjan Martins, Eli Sudbrack (avaf), Vivian Caccuri e Romy Pocztaruk, finalistas do Prêmio Pipa, apresentam trabalhos e disputam R$ 130 mil. No espaço Monumental, César Oiticica Filho realiza individual com curadoria de Fernando Cocchiarale. E, por fim, também no espaço Monumental, acontece coletiva com curadoria de Hermani Heffner, que faz viagem interativa pelo mundo do cinema.

Transição de fase 4 de Lourival Cuquinha (Foto: Hugo Sá)

MINAS GERAIS
Transição de Fase
Lourival Cuquinha, até 7/10, Funarte, Rua Januária, 68 | facebook.com/Funarte
Lourival Cuquinha exibe exposição inspirada em sua condição de imigrante no Reino Unido, onde viveu por cinco anos. O artista apresenta retratos fotográficos de imigrantes de várias partes do mundo, como um ambulante jamaicano que vende bandeiras em Londres e uma boliviana comerciante de meias nas ruas de São Paulo. Na abertura da exposição, em 24/8, ambulantes de vários países negociaram suas mercadorias com o público. O título da mostra, que tem curadoria de Marcelo Calheiros, deriva de expressão da física que representa a mudança do sólido ao líquido ou deste ao gasoso.

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