seLecTs – agenda da semana (19/12/2019)

Opavivará!, Túlio Pinto, Mulheres do Acervo do MARGS, Canção Enigmática, Memórias do Amanhã, Raul Mourão, Gravura Brasileira, David Almeida, André Santangelo

Detalhe de Flora Treme (2017) do coletivo Opavivará (Foto: Divulgação)

NITERÓI
O Prazer É Nosso
Individual de Opavivará, de 22/12 a 1/3/2020, MAC, Mirante da Boa Viagem | culturaniteroi.com.br/macniteroi
O coletivo Opavivará existe há 15 anos, produzindo obras participativas, instalações e objetos que se relacionam com o corpo. Com curadoria de Pablo León de la Barra e Raphael Fonseca, a exposição do grupo no MAC Niterói reúne obras produzidas ao longo de todo esse período, em uma mostra de verão que exalta a alegria e a celebração. Na abertura, o coletivo recebe o público com música e um churrasquinho. 

Cumplicidade #8 (2016) de Túlio Pinto (Foto: Divulgação)

PORTO ALEGRE
Momentum, individual de Túlio Pinto
Ponto Vernal, individual de Bruno Borne
Acervo em Movimento, coletiva
Gostem Ou Não — Artistas Mulheres No Acervo Do MARGS, exposição coletiva, até 22/3/2020, MARGS, Praça da Alfândega, s/n | margs.rs.gov.br
No encerramento do ano, o Museu de Arte do Rio Grande do Sul apresenta uma série de exposições individuais e coletivas, a partir de seu acervo ou inéditas. Com curadoria de Francisco Dacol, a individual de Túlio Pinto reúne objetos, esculturas e instalações de grandes dimensões em materiais como madeira, metal ou vidro, arranjados em composições frágeis a partir de seu próprio peso. Bruno Borne apresenta uma videoinstalação na qual imagens captadas ou produzidas com recursos da computação gráfica se sobrepõem em adaptações específicas para os lugares onde são mostradas. Na coletiva Acervo em Movimento, as equipes curatoriais do museu se reúnem para repensar as relações entre as obras da coleção. Por fim, Gostem Ou Não — Artistas Mulheres No Acervo Do MARGS tem curadoria de Cristina Barros, Marina Roncatto, Mel Ferrari e Nina Sanmartin, ex-alunas da Universidade Federal do Rio do Sul, o que estabelece uma relação de continuidade entre o espaço de pesquisa da universidade e o museu.

Sem Título (1972-2010), da série Cacique de Ramos, de Carlos Vergara (Foto: Jaime Acioli)

RIO DE JANEIRO
Canção Enigmática: Relações Entre Arte E Som Nas Coleções MAM Rio
Exposição coletiva, até 1/3/2020, MAM Rio, Av. Infante Dom Henrique, 85 | mam.rio
Obras de artistas como Hélio Oiticica, Carlos Vergara, Waltércio Caldas,  José Damasceno, Chelpa Ferro, Cildo Meireles, Cinthia Marcelle, Manata Laudares, Marcius Galan, Paulo Nenflidio, Paulo Vivacqua, em suas mais diversas linguagens, são parte da curadoria de Chico Dub, no programa Curador Convidado, que trata das relações entre arte e som. Não se trata propriamente de uma exposição de arte sonora, mas uma ampliação da compreensão dos sons implícitos ou presentes em pinturas, desenhos, esculturas e instalações do acervo do museu. Além da exposição, em 2020 está programada uma série de performances na área externa do museu, relembrando os tempos dos Domingos da Criação, de Frederico Morais, nos anos 1970.

Museu do Amanhã (Foto: Reprodução)

RIO DE JANEIRO
Memórias do Amanhã
Exposição coletiva, até 20/2/2020, Museu do Amanhã, Praça Mauá, 1 | museudoamanha.org.br
A exposição coletiva Memórias do Amanhã narra a história do museu por meio de vídeos, objetos, linhas do tempo e materiais de arquivo, divididos em quatro núcleos. Em 2019, o Museu do Amanhã comemorou 4 anos e, como celebração, a instituição lançou uma série de novas atividades e aplicativos interativos e anunciou os rumos da programação de 2020: projetos voltados à diversidade no debate sobre Amazônia, cidade, comunidade, emergência climática, Baía de Guanabara, mares e oceanos.

Vista da exposição O Vermelho E O Preto na Galeria Lurixs (Foto: Paula Siebra / Reprodução)

RIO DE JANEIRO
Sobre O Pênalti E Outras Jogadas, individual de Raul Mourão
O Vermelho E O Preto, exposição coletiva, até 14/2, Galeria Lurixs, Rua Dias Ferreira, 214 | lurixs.com
O artista Raul Mourão apresenta uma série de peças de metal, entre o desenho e a escultura, nas paredes e no chão da galeria. São obras de tendência minimalista que fazem alusões vagas às demarcações de campos de futebol. Já na coletiva O Vermelho e o Preto, artistas como Anna Maria Maiolino, Dudi Maia Rosa, Rodrigo Andrade, Lenora de Barros e Ubi Bava são reunidos por características formais de suas pinturas e esculturas, ressaltando elementos geométricos e o preto e vermelho intensos.

Obra de Anna Letycia na exposição coletiva Gravura Brasileira: 25 Artistas na Galeria Casa (Foto: Divulgação)

BRASÍLIA
Gravura Brasileira: 25 Artistas
Exposição coletiva, até 29/12, Galeria Casa, Casa Park, SGCV Sul lote 22, 1º Piso | casapark.com.br
Anna Letycia,  Djanira, Fayga Ostrower, Maria Bonomi, Maria Leontina, Regina Silveira, Renina Katz, Tomie Ohtake, Vera Chaves Barcellos entre outras artistas são parte de uma exposição dedicada à gravura produzida por mulheres no Brasil. A iniciativa é do colecionador e galerista Oto Reifschneider e permite verificar a variedade de estilos, assuntos e técnicas utilizados por essas artistas desde os anos 1950.

Açude da lindeza (2019) de David Almeida (Foto: Cortesia Referência Galeria de Arte)

BRASÍLIA
Lindeza, individual de David Almeida
Casa Do Lago Cheio De Mim, individual de André Santangelo, até 18/1/2020, Referência Galeria de Arte, SCLN 202, Bloco B Loja 11 SS | referenciagaleria.com.br 
O artista David Almeida expande sua prática com pintura para objetos tridimensionais feitos em argila para apresentar as contradições da experiência do sertão, onde cresceu. Almeida lida com memórias e paisagens na construção de pinturas a óleo, de construção de densas camadas e blocos marcados de cor. Santangelo, por sua vez, produz vídeos e instalações sonoras que buscam ampliar o ateliê para o espaço expositivo, com sons e imagens que colocam o público dentro do processo do artista.

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