#tbt O colecionador ativo

Reportagem da seLecT em 2015 debate como o colecionismo pode se transformar em um ato de responsabilidade artístico-social

Da redação

Publicado em: 28/05/2020

Categoria: #tbt, Destaque

Piscina (2009), do artista argentino Jorge Macchi (Foto: Pedro Motta)

A edição #27 da seLecT, lançada em dezembro de 2015, foi dedicada ao tema coleções. No texto O colecionador ativo, a editora Paula Alzugaray aborda a responsabilidade social de colecionadores de arte, que podem ajudar a promover a circulação e o acesso público de seu acervo; apoiar projetos artísticos e curatoriais; e financiar residências e bolsas. Ou seja, interesses que são mais amplos do que apenas comprar e acumular obras para o prazer ou promoção pessoal.

Entre os exemplos citados na reportagem, estão a atuação do mexicano Boris Hirmas, do peruano Juan Carlos Verme e da venezuelana Solita Mishaan, além das famílias Rubell, De La Cruz e Margulies, que disponibilizaram suas coleções privadas para a visitação pública, em Miami. No âmbito nacional, Paula Alzugaray conversa com Bernardo Paz, fundador de Inhotim, em Brumadinho, e mostra, ainda, o impacto do Instituto Figueiredo Ferraz, em Ribeirão Preto – com obras de Dulce e João Carlos Figueiredo Ferraz –, na ativação da cena local.

Durante a crise que se instaurou por conta da pandemia do coronavírus, revisitar a reportagem nos coloca diante da seguinte questão: qual é o papel dos colecionadores de arte diante do contexto atual? Leia ou releia o debate aqui.

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