#tbt O idioma negro

A obra do filósofo camaronês Achille Mbembe encontra novas relações em momento de pandemia, crise política e ambiental

Da redação

Publicado em: 01/10/2020

Categoria: #tbt, Destaque

Retrato de Achille Mbembe (Foto: Heike Husiage Koch)

Na edição #36 da seLecT, dedicada ao tema Português, Paula Alzugaray, editora da revista, publicou um review sobre o livro Crítica da Razão Negra, do filósofo camaronês Achille Mbembe. O idioma Negro localiza algumas das operações e conceitos centrais no livro, como a subversão da tradição ocidental da filosofia – na forma, no título e também no conteúdo- e a ideia de que a opressão historicamente sofrida pela população negra, para fins de exploração econômica, no fim das contas, ganha sentido de universalização no mundo neoliberal.

Desde o começo da pandemia, também chama a atenção que Mbembe tenha ampliado algumas dessas premissas considerando as formas como o novo coronavírus tem atingido populações vulneráveis de forma mais violentas. Em O Direito Universal à Respiração, assim como em Crítica da Razão Negra, a questão da universalidade é vista novamente por um ponto de vista do oprimido, que seria a verdadeira condição “universal” da humanidade, e não aquela experiência ligada a uma minoria hegemômica ligada ao poder. Leia ou releia aqui.

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